A Justiça do Rio Grande do Sul condenou no inicio da noite desta terça-feira (10) a mulher acusada de matar um fotógrafo em Canoas. O crime ocorreu em 2015.
Conforme a decisão da 1ª Vara Criminal de Canoas, Paula Caroline Lopes foi condenada por homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Ela deverá cumprir uma pena de 26 anos e 8 meses de prisão em regime fechado.
LEIA TAMBÉM:
- Prova de vida do INSS em março: quem pode ser convocado e como evitar bloqueio do benefício
- Prefeitura entrega uniformes para alunos da rede municipal
- Instrutor de trânsito autônomo no RS: veja como trabalhar sem autoescola após todas as mudanças na CNH serem implementadas
Mulher é condenada a mais de 25 anos de prisão pela morte de fotógrafo em Canoas: júri durou mais de seis horas
O julgamento, que não contou com a presença da ré que está foragida, começou por volta das 10h. Durante o júri, apenas uma testemunha de defesa foi escutada: o delegado Marco Guns responsável pela investigação do caso.
A acusação foi feita pelas promotoras de Justiça do Ministério Público Daniela Fistarol e Rafaela Hias Moreira Huergo. A defesa de Paula foi feita pelos advogados Martin Gross e Felipe Décio.
Relembre o caso
O crime ocorreu em 2015. Na época, o fotógrafo foi torturado e morto a tiros na Praia do Paquetá.
Juliano Biron da Silva foi condenado em 2020 a 20 anos e oito meses de prisão pelo assassinato de José Gustavo Bertuol Gargioni de 22 anos em Canoas.

