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31 de março de 2026

Justiça mantém justa causa de funcionária de supermercado que trocava códigos de carnes

Ela afirmou não ter agido com intenção de fraude

A Justiça do Trabalho manteve a demissão de uma funcionária de supermercado por justa causa após a constatação de irregularidades no registro de produtos.

O caso aconteceu em Uberlândia e foi analisado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região.

O que levou à justa causa da funcionária de supermercado

Segundo o processo, a funcionária trocava códigos de carnes nobres por opções mais baratas no momento da pesagem.

Na prática, clientes pagavam menos por produtos mais caros, o que gerou prejuízo ao supermercado.

As ações foram registradas por câmeras de segurança, que mostraram a repetição da prática.

Funcionária de supermercado perde ação e justa causa é mantida pela Justiça

Durante o processo, a funcionária negou fraude e afirmou que teria cometido apenas um erro operacional.

Ela também alegou perseguição por parte da empresa e pediu a reversão da justa causa, além de indenização.

Provas reforçaram decisão

A defesa do supermercado apresentou imagens e depoimentos de testemunhas.

Em um dos registros, a funcionária aparece pesando uma carne mais cara, mas registrando com código de produto mais barato.

Testemunhas afirmaram que o comportamento era frequente e ocorria com clientes específicos.

Decisão foi mantida

Com base nas provas, a Justiça entendeu que houve má-fé, caracterizando falta grave.

A decisão também considerou que a funcionária tinha experiência suficiente para saber que a prática era irregular.

Por isso, a justa causa foi mantida, reforçando que esse tipo de conduta pode levar à perda imediata do emprego.

Guilherme Galhardo
Guilherme Galhardo
Redator, apaixonado pela cultura POP, luta-livre, games, séries e filmes, escreve sobre economia, serviços e cotidiano de cidades. Entusiasta de meteorologia e punk rocker nas horas vagas.
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