A partir de 1º de janeiro de 2027, a Grécia vai proibir, redes sociais a menores de 15 anos. O primeiro-ministro Kyriakos Mitsotakis afirma que a medida visa proteger a saúde mental e a inocência das crianças, seguindo tendências já adotadas por outros países europeus e pela Austrália.
Medida pioneira na Europa
O anúncio feito pelo governo grego tornou o país um dos primeiros a proibir redes sociais para crianças menores de 15 anos. A legislação será votada ainda neste verão, entrando em vigor no início de 2027.
LEIA TAMBÉM:
- Aposentadoria para mulheres: conheça as novas regras de 2026
- Atestado online: INSS muda regras para liberar benefício sem perícia presencial
- Fraude no Bolsa Família: mulher é condenada por receber benefício indevidamente
Contexto internacional
Outros países já adotaram regras similares:
- Austrália: proíbe usuários menores de 16 anos desde o final de 2025, com plataformas obrigadas a remover contas de menores
- França: proibiu redes sociais para menores de 16 anos em janeiro de 2026
- Dinamarca e Espanha: também aprovaram legislações equivalentes
- Portugal: exige 16 anos para acesso; entre 13 e 16 anos, só com consentimento parental
Plataformas afetadas
Redes como Facebook, Instagram, X, Threads, Snapchat, TikTok, Twitch e Kick deverão cumprir a regra, sob risco de multas que podem chegar a 28 milhões de euros.
Justificativa do governo
Mitsotakis destacou que a ciência mostra impactos negativos do uso excessivo de telas no desenvolvimento infantil. Segundo ele, a medida não substitui a presença dos pais, mas atua como ferramenta de proteção.
Reação e comunicação
O anúncio foi feito em uma rede social popular entre jovens, buscando dialogar diretamente com eles. O objetivo, segundo o primeiro-ministro, é reduzir vícios digitais e preservar a liberdade e inocência das crianças.

