Uma jovem de 21 anos enfrentou uma infecção após roer unhas que evoluiu rapidamente e quase resultou na perda de um dedo. O caso ocorreu após uma irritação inicial que se agravou em poucos dias, exigindo atendimento de emergência e cirurgia para conter o avanço da infecção.
Como o caso foi descoberto
A jovem, que tinha o hábito de roer unhas desde a infância, percebeu dor em um dos dedos no início de fevereiro. Inicialmente, ela acreditou se tratar de uma unha encravada.
No entanto, em menos de 24 horas, o quadro se agravou. O dedo ficou inchado, dolorido e com sinais de inflamação intensa, levando à busca por atendimento médico.
O que mostram as avaliações médicas
Mesmo após o uso de antibióticos, a infecção após roer unhas continuou evoluindo. Em uma clínica especializada, houve tentativa de drenagem de um possível abscesso, mas o procedimento não teve sucesso.
Com a piora dos sintomas, incluindo escurecimento do dedo e dor intensa, a jovem precisou procurar atendimento de emergência.
O que dizem os médicos
No hospital, os profissionais realizaram uma incisão para drenar múltiplos abscessos. Ainda assim, o quadro exigiu encaminhamento para uma especialista em cirurgia da mão.
Durante o procedimento cirúrgico, foi necessário remover tecido comprometido para controlar a infecção após roer unhas. Os médicos chegaram a considerar a possibilidade de o problema ter atingido o osso, o que poderia levar à amputação.
Após exames laboratoriais, foi descartada a necessidade de amputação. A jovem apresentou melhora progressiva e não precisou de nova cirurgia.
Com o quadro controlado, ela passou a alertar sobre os riscos do hábito de roer unhas, destacando que a prática, muitas vezes considerada inofensiva, pode causar infecções graves.

