16.5 C
Canoas
19 de maio de 2026

Gasolina cara pode ganhar rival? Eike Batista aposta em novo combustível que promete mexer no preço nas bombas

O empresário Eike Batista voltou aos holofotes com um novo projeto no setor de energia que promete disputar espaço com gasolina e diesel nos próximos anos.

A proposta envolve uma variedade genética de cana-de-açúcar chamada “supercana”, desenvolvida para ampliar a produção de etanol e reduzir custos na fabricação de combustíveis sustentáveis.

LEIA TAMBÉM:

Luciano Hang anuncia desconto na gasolina em postos da Havan e ação começa a repercutir nas redes
PIX tem novas regras; Saiba quais são
Nova concorrente da Havan avança no Brasil e movimento já chama atenção de Luciano Hang

Segundo informações divulgadas pelo grupo ligado ao empresário, o projeto conta com um investimento estimado em US$ 500 milhões de investidores árabes e ainda está em fase experimental.

Novo combustível de Eike Batista aposta na “supercana”

A chamada “supercana” foi criada para produzir muito mais etanol por hectare do que a cana convencional.

De acordo com Eike Batista, a produtividade maior pode tornar o combustível mais competitivo e até mais barato do que gasolina e diesel em determinados cenários de mercado.

O projeto também prevê produção de combustível sustentável para aviação e produtos biodegradáveis.

A operação deverá ser instalada na região do Porto do Açu, no Rio de Janeiro, com foco tanto no mercado brasileiro quanto na exportação.

Alta da gasolina ajuda projeto a ganhar atenção

O anúncio acontece em meio à pressão internacional sobre os preços dos combustíveis fósseis, impulsionada por conflitos no Oriente Médio e instabilidade no mercado do petróleo.

Nesse cenário, combustíveis alternativos voltaram a chamar atenção de investidores e consumidores.

A promessa de um combustível mais barato e menos poluente ajudou o projeto de Eike Batista a ganhar repercussão nas redes sociais e no mercado energético.

Especialistas ainda analisam viabilidade do projeto

Apesar do entusiasmo do empresário, representantes do setor sucroenergético receberam o anúncio com cautela.

Especialistas lembram que projetos semelhantes já enfrentaram dificuldades para se tornarem economicamente viáveis em larga escala.

Ainda assim, o projeto é visto como uma possível aposta brasileira no avanço dos biocombustíveis e na redução da dependência de derivados do petróleo.

MATÉRIAS RELACIONADAS

MAIS LIDAS