A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (28) a Operação Lilliput contra a facção criminosa considerada a mais perigosa do Rio Grande do Sul. A ação foi resultado de uma investigação conduzida pela Divisão de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO) do DEIC.
Conforme a Polícia Civil, a ofensiva aconteceu em Canoas, Cachoeirinha, Charqueadas, Gravataí, Porto Alegre e Itajaí, em Santa Catarina.
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Durante a ofensiva, 120 policiais cumpriram 168 ordens judiciais contra a facção criminosa, sendo 33 bloqueios de contas bancárias e de investimentos suspeitos de lavagem de capitais. O montante bloqueado chega a R$ 81,5 milhões.
Facção criminosa considerada a mais perigosa do RS é alvo da Operação Lilliput: saiba mais sobre a investigação
De acordo com a polícia, a investigação descobriu uma lavagem de dinheiro através de uma rede de empresas montada pela facção criminosa em cidades como Canoas e Cachoeirinha, na Região Metropolitana.
A principal empresa dessa rede, segundo a polícia, se diz especializada em construções e serviços. Porém, ela não tem sede física e nem funcionários.
Ainda, conforme os investigadores, a facção utilizava a empresa para disfarçar os lucros obtidos com o tráfico de drogas, extorsões e jogos de azar.

