Um caminhoneiro afirmou às autoridades que não sabia que havia um corpo preso na parte inferior de seu veículo durante uma viagem entre Minas Gerais e São Paulo. O homem havia carregado uma carga de soja em Uberaba (MG) com destino a Cubatão (SP).
A descoberta aconteceu somente quando o caminhão chegou a um pátio de veículos na área portuária de Cubatão. Outros motoristas alertaram o condutor sobre algo preso na parte de baixo do veículo, e uma equipe de resgate foi chamada.
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O caso aconteceu nesta sexta-feira (10) e foi registrado pela Polícia Civil como homicídio culposo na direção de veículo automotor. As circunstâncias ainda são investigadas.
Como o caminhoneiro descobriu o corpo?

Segundo as informações registradas no boletim de ocorrência, o motorista entrou no pátio de caminhões localizado na Rodovia Cônego Domênico Rangoni depois de completar o trajeto.
Foi no local que outros caminhoneiros perceberam que havia algo preso na parte inferior do veículo e avisaram o condutor.
O resgate foi acionado e encontrou um homem adulto, ainda sem identificação, preso à roda do caminhão. O óbito foi constatado no local.
De onde o caminhão tinha vindo?
O motorista contou à polícia que havia carregado o veículo com soja em Uberaba, Minas Gerais.
A carga tinha como destino Cubatão, no litoral de São Paulo.
De acordo com o relato registrado no boletim, ele afirmou que não fez paradas durante o percurso e também disse não ter se envolvido em acidentes enquanto seguia pela estrada.
O caminhoneiro percebeu alguma coisa durante a viagem?
Segundo o depoimento registrado no boletim, não.
O motorista afirmou que não sabia da presença da vítima e relatou que não havia percebido nenhuma ocorrência durante o trajeto entre Minas Gerais e São Paulo.
A versão apresentada será confrontada com os demais elementos da investigação.
A Polícia Civil deverá analisar as circunstâncias para tentar determinar como o homem acabou preso à parte inferior do caminhão.
Onde o corpo foi encontrado?
O corpo estava preso à parte inferior do caminhão, na região da roda do veículo.
A ocorrência foi atendida em um pátio de caminhões em Cubatão, na Baixada Santista.
Segundo a SSP-SP, policiais militares foram chamados e encontraram a vítima presa à roda do caminhão. O resgate confirmou a morte.
Quem era o homem encontrado?
A vítima ainda não havia sido identificada no momento da ocorrência.
O boletim informou que o homem não portava documentos de identificação.
Também foram observadas marcas compatíveis com atropelamento, segundo o registro policial apresentado na apuração.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame necroscópico e para os procedimentos de identificação.
A polícia sabe como o homem foi parar embaixo do caminhão?
Ainda não.
Essa é justamente uma das questões que precisam ser esclarecidas pela investigação.
O caminhoneiro afirmou que não percebeu a presença da vítima e que não havia feito paradas ou se envolvido em acidentes durante o percurso.
A perícia deverá analisar o caminhão e o local onde o corpo foi encontrado para reunir elementos que ajudem a reconstruir o que aconteceu.
O caminhão passou por perícia?
Sim.
A polícia solicitou exames periciais tanto no pátio quanto nos veículos envolvidos na ocorrência.
Depois dos procedimentos, os veículos foram liberados.
O corpo, por sua vez, foi levado ao IML para a realização do exame necroscópico.
O que o pátio de caminhões informou?
A empresa responsável pelo local afirmou que a equipe operacional identificou uma ocorrência na parte inferior de um caminhão assim que o veículo chegou para estacionar.
As autoridades foram chamadas imediatamente para fazer as verificações necessárias.
A empresa também informou que está colaborando com os órgãos responsáveis pela investigação e oferecendo o suporte necessário para a apuração.
Como a polícia classificou o caso?
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que a ocorrência foi registrada como homicídio culposo na direção de veículo automotor na Delegacia de Polícia de Cubatão.
Essa classificação aparece no registro inicial da ocorrência e não significa que a investigação já tenha concluído exatamente o que aconteceu.
A Polícia Civil ainda precisa esclarecer a dinâmica da morte.
O que significa homicídio culposo no trânsito?
O homicídio culposo ocorre quando uma pessoa causa a morte de outra sem intenção de matar, em uma situação na qual existe responsabilidade decorrente de conduta culposa.
No trânsito, o artigo 302 do Código de Trânsito Brasileiro trata especificamente do homicídio culposo cometido na direção de veículo automotor.
A classificação feita no boletim representa, portanto, a natureza atribuída inicialmente ao caso investigado.
O caminhoneiro foi preso?
A informação disponível sobre a ocorrência não indica que o motorista tenha sido preso.
O que consta é que ele foi ouvido pelas autoridades e afirmou não saber que havia um corpo preso ao veículo.
Como o caso ainda está sob investigação, eventuais responsabilidades serão definidas a partir das provas reunidas.
O caminhão foi liberado depois da perícia?
Sim.
Segundo as informações divulgadas sobre a ocorrência, os veículos foram liberados depois dos exames periciais realizados no local.
A investigação continua para determinar as circunstâncias que levaram à morte da vítima.
A vítima morreu durante a viagem?
Ainda não é possível afirmar exatamente quando e onde ocorreu a morte.
O corpo foi encontrado no momento em que o caminhão chegou ao pátio em Cubatão, mas a investigação precisa estabelecer em que circunstâncias a vítima foi atingida e acabou presa ao veículo.
O exame necroscópico e a perícia devem ajudar a esclarecer essa questão.
A viagem entre Uberaba e Cubatão foi feita sem paradas?
Segundo o relato do motorista no boletim de ocorrência, sim.
Ele afirmou aos policiais que saiu de Uberaba com a carga de soja e seguiu até Cubatão sem realizar paradas na estrada.
Também declarou que não havia sofrido acidentes durante o trajeto.
Essa versão integra os elementos que serão analisados pela investigação.
Outros caminhoneiros perceberam primeiro?
Sim.
Foram outros motoristas que alertaram o condutor sobre a existência de algo preso na parte inferior do caminhão quando ele chegou ao pátio.
Somente depois desse aviso o motorista tomou conhecimento da situação.
A equipe de resgate foi chamada logo depois e encontrou a vítima já sem vida.
O corpo estava identificado?
Não.
A vítima era um homem adulto e estava sem documentos de identificação no momento em que foi encontrada.
Por isso, os procedimentos do IML também deverão contribuir para descobrir quem era o homem.
Até a divulgação das primeiras informações sobre o caso, a identidade ainda não havia sido informada.
O caso aconteceu em uma rodovia?
A descoberta ocorreu em um pátio situado na área portuária de Cubatão, próximo à Rodovia Cônego Domênico Rangoni.
O motorista havia percorrido o trajeto desde Uberaba, mas ainda não está esclarecido em qual ponto do caminho a vítima teria sido atingida ou presa ao caminhão.
Essa é uma das questões que dependem do trabalho policial e pericial.
O caminhoneiro sabia que havia uma pessoa no veículo?
Segundo o relato apresentado à polícia, não.
O motorista afirmou que só tomou conhecimento da presença do corpo depois que outros caminhoneiros o alertaram já no pátio.
A declaração, entretanto, faz parte da investigação e será confrontada com os elementos obtidos pela polícia.
O que a perícia deve investigar?
A perícia pode ajudar a reconstruir a dinâmica da ocorrência.
Entre os elementos que podem ser analisados estão marcas no caminhão, danos no veículo, vestígios encontrados na parte inferior e outras evidências capazes de indicar como a vítima entrou em contato com o caminhão.
Também podem ser considerados os resultados do exame necroscópico.
Esses elementos são importantes para determinar quando e como ocorreu a morte.
A polícia já sabe quem causou a morte?
Ainda não há uma conclusão definitiva divulgada.
A ocorrência foi registrada como homicídio culposo na direção de veículo automotor, mas a Polícia Civil continua investigando as circunstâncias.
É importante diferenciar a natureza registrada no boletim de uma conclusão final sobre responsabilidade.
O que acontece agora com a investigação?
A Polícia Civil deverá reunir os resultados da perícia, os exames realizados no corpo e os depoimentos das pessoas envolvidas ou que testemunharam a descoberta.
O objetivo é reconstruir a sequência dos acontecimentos.
A identificação da vítima também será uma etapa importante da investigação.
O que aconteceu no pátio de Cubatão?
A ocorrência foi descoberta pela manhã, quando o caminhão chegou ao pátio localizado na área portuária.
O Corpo de Bombeiros informou que foi acionado por volta das 7h58 para atender a ocorrência. No local, as equipes encontraram o corpo de um homem adulto preso à parte inferior do caminhão.
A morte foi constatada no próprio local.
Por que o caso chamou tanta atenção?
O aspecto mais incomum da ocorrência está no fato de que o motorista afirma ter percorrido uma longa distância sem perceber que havia uma pessoa presa na parte inferior do caminhão.
A viagem começou em Uberaba (MG) e terminou em Cubatão (SP).
Somente depois que o veículo chegou ao pátio outros motoristas perceberam a situação e avisaram o caminhoneiro.
A dinâmica incomum levou à abertura da investigação policial.
Caminhoneiro afirma que não sabia do corpo durante viagem
O caso em Cubatão ainda precisa ser esclarecido pelas autoridades.
O caminhoneiro contou que havia carregado soja em Uberaba e seguido até o litoral de São Paulo. Segundo o boletim de ocorrência, ele afirmou não ter parado durante o trajeto nem sofrido acidentes e disse que não sabia da presença da vítima no veículo.
A descoberta ocorreu somente quando o caminhão chegou ao pátio e outros motoristas alertaram o condutor. O corpo estava preso à roda do veículo.
A perícia foi acionada, os veículos foram examinados e o corpo foi encaminhado ao IML.
A SSP-SP informou que o caso foi registrado inicialmente como homicídio culposo na direção de veículo automotor e que a Polícia Civil de Cubatão investiga as circunstâncias da morte.
Por enquanto, a identidade da vítima e a dinâmica que levou o homem a ficar preso ao caminhão ainda são questões em apuração.

