A professora espanhola María Luisa López chegou aos 100 anos mantendo uma rotina construída ao longo de décadas e revelou quais hábitos acredita terem ajudado em sua trajetória.
Entre alimentação simples, caminhadas, convívio social e atividades intelectuais, um detalhe chamou atenção: o vinho.
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Embora atualmente beba principalmente água, María Luisa conta que sempre apreciou uma taça de vinho Albariño e acredita que o costume pode ter contribuído para chegar à idade atual.
“O vinho me ajudou”, afirmou ao falar sobre sua rotina.
Professora de 100 anos revela hábitos que mantém há décadas
María Luisa não aponta apenas um segredo para explicar como chegou aos 100 anos.
A genética, segundo ela, teve papel importante. A professora também valoriza a educação recebida dos pais, a liberdade de pensamento e a disposição para continuar aprendendo.
Manter a mente ativa sempre fez parte de sua vida.
As relações sociais também ganharam importância com o passar dos anos. Conversar, conviver com outras pessoas e manter vínculos continuam fazendo parte da rotina da centenária.
Alimentação simples também faz parte da rotina
Outro hábito destacado por María Luisa é a alimentação.
Ela afirma que sempre procurou consumir alimentos naturais e evitar o excesso de produtos ultraprocessados.
Isso não significa seguir uma dieta extremamente restritiva.
A professora diz comer diferentes tipos de alimentos, incluindo proteínas de origem animal e vegetal, mas procurando manter moderação nas quantidades.
Caminhadas seguem fazendo parte do dia a dia
María Luisa não se considera uma pessoa particularmente atlética.
Mesmo assim, caminhar continua sendo um dos hábitos mantidos aos 100 anos.
A atividade física aparece ao lado da alimentação, das relações sociais e das atividades intelectuais quando a professora fala sobre os fatores que podem ter contribuído para sua idade avançada.
“O vinho me ajudou”
O detalhe que mais chamou atenção foi justamente sua relação com o vinho.
María Luisa conta que atualmente bebe principalmente água, mas durante a vida manteve o costume de apreciar uma taça de vinho Albariño.
“Como toda boa galega, sempre me permito uma taça de Albariño, que sempre me cai bem, embora hoje em dia eu beba mais água. Acho que esse vinho me ajudou a chegar onde estou hoje”, disse em entrevista.
Na avaliação pessoal da centenária, a bebida pode ter ajudado em sua trajetória.
A declaração, porém, representa uma experiência individual e não significa que consumir vinho faça alguém viver mais.
Vinho não é fórmula para chegar aos 100 anos
A experiência da professora não deve ser interpretada como recomendação de saúde.
O consumo de álcool envolve riscos e não existe indicação para começar a beber com o objetivo de aumentar a expectativa de vida.
Chegar aos 100 anos depende de uma combinação de fatores que pode envolver genética, alimentação, atividade física, ambiente, condições de saúde e estilo de vida.
Por isso, o próprio relato de María Luisa vai muito além da taça de vinho.
O que chama atenção na história da professora
Aos 100 anos, María Luisa continua valorizando hábitos que manteve durante grande parte da vida.
Alimentação moderada, caminhadas, convívio social e atividade intelectual aparecem entre os elementos destacados pela centenária.
A professora também reconhece a influência da genética.
O vinho acabou se tornando o detalhe mais curioso da história, mas sua própria rotina mostra que não existe um único hábito capaz de explicar, sozinho, como alguém chega aos 100 anos.

