Conhecida como “fábrica de bilionários”, gigante brasileira que lucra R$ 18 milhões por dia muda comando de área estratégica após 37 anos

A fábrica de bilionários registrou lucro de R$ 1,67 bilhão em apenas três meses e anunciou uma mudança planejada na liderança da área de Energia.

Conhecida como “fábrica de bilionários”, uma das maiores empresas brasileiras acaba de anunciar uma mudança importante em sua direção justamente no momento em que registra um lucro superior a R$ 18 milhões por dia.

A companhia é a WEG, multinacional catarinense de equipamentos elétricos. Entre julho e setembro de 2026, a empresa registrou lucro líquido de cerca de R$ 1,67 bilhão, o equivalente a mais de R$ 18 milhões por dia durante o trimestre.

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No mesmo período, a empresa confirmou uma troca na vice-presidência de Energia. João Paulo Gualberto da Silva deixará o cargo em 31 de dezembro, encerrando um ciclo de 37 anos na companhia.

Fábrica de bilionários anuncia mudança após 37 anos

A alteração faz parte do plano de sucessão dos administradores da WEG e foi aprovada pelo Conselho de Administração.

A partir de 1º de janeiro de 2027, Paulo Leonardo da Silva Sinoti assumirá a vice-presidência de Energia.

Curiosamente, o sucessor também acumula mais de 37 anos de carreira dentro da própria WEG e atualmente ocupa o cargo de diretor de Soluções em Energia & Serviços.

Ele possui experiência nos negócios de geração de energia tanto no Brasil quanto no exterior.

Lucro passa de R$ 1,6 bilhão em três meses

A troca ocorre em um momento de números bilionários.

No terceiro trimestre de 2026, a WEG registrou lucro líquido de aproximadamente R$ 1,67 bilhão.

Considerando os 92 dias entre julho e setembro, isso representa uma média superior a R$ 18 milhões de lucro por dia.

O resultado também apresentou avanço em relação ao trimestre anterior.

A empresa atua hoje em diferentes segmentos relacionados à energia, automação e equipamentos industriais, com operações espalhadas por dezenas de países.

Por que empresa ganhou fama de “fábrica de bilionários”?

O apelido tem relação principalmente com as famílias dos fundadores.

A WEG foi criada em 1961, em Jaraguá do Sul, Santa Catarina, por Werner Ricardo Voigt, Eggon João da Silva e Geraldo Werninghaus.

Com a valorização da companhia ao longo das décadas, diferentes integrantes das famílias fundadoras passaram a aparecer em rankings de grandes fortunas.

A empresa já colocou dezenas de acionistas e herdeiros em listas de bilionários brasileiros, o que acabou rendendo o apelido de “fábrica de bilionários”.

Em 2026, jovens herdeiros ligados à companhia também aparecem entre os bilionários mais novos do Brasil.

Mudança não significa troca no comando de toda a WEG

Apesar do impacto do anúncio, a alteração não corresponde à saída do presidente da companhia.

A mudança acontece especificamente na vice-presidência de Energia, uma das áreas estratégicas do grupo.

João Paulo Gualberto permanece na função até 31 de dezembro, enquanto Paulo Sinoti assume no primeiro dia de 2027.

A empresa informou que a transição faz parte de um planejamento sucessório e agradeceu ao executivo que deixa o posto pelas contribuições ao longo dos 37 anos de carreira.

Assim, a fábrica de bilionários inicia 2027 com uma nova liderança em sua área de Energia, enquanto segue operando em escala global e registrando lucros bilionários.

Agência GBC
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