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FOTO: Redes Sociais/Reprodução

Da redação | A mulher de 21 anos que é suspeita de ter matado o filho de três, em Gravataí, na Região Metropolitana, foi presa na última sexta-feira (12) pela Brigada Militar. Em seguida, ela foi encaminhada para o Presídio Estadual de Bento Gonçalves.

Uma agente penitenciária encaminhou a mulher para uma cela comum. Minutos depois, foram escutados gritos de socorro. As agentes encontraram a presa com ferimentos nos olhos e na boca. Ela foi agredida pelas outras detentas.

Para evitar tumultos e novas agressões, ela foi colocada no parlatório, que é um determinado compartimento dentro da casa prisional, geralmente utilizado para conversas com os apenados.

O caso

O caso envolvendo a morte de uma criança, encaminhada sem vida pelo padrasto ao Pronto Atendimento 24 Horas, em Gravataí, teve um novo desdobramento nesta sexta-feira (12), dia que deveria trazer justamente o contrário: vida para as crianças.

A mãe do menino Raphael Silva da Rosa, de três anos, Iracema de Vargas Cristina, 21, foi presa em ação do Pelotão de Operações Especiais (POE) da Brigada Militar, em Bento Gonçalves, na Serra. A captura ocorreu no bairro Vila Nova.

Cristina encontrava-se na condição de foragida da Justiça, pois a Polícia Civil havia confirmado a participação dela na morte da criança. A mulher foi indiciada, assim como o companheiro, padrasto da vítima, Natalício Ruan da Silva Soares.

CASO CHOCOU A COMUNIDADE

O menino deu entrada na noite do dia 24 do mês passado na unidade 24 horas. Segundo o laudo médico, ele chegou sem sinais de vida – teria entrado em óbito entre duas e três horas antes de chegar ao PA -, e com hematomas pelo corpo e lesões na cabeça. Soares alegou que a criança havia passado mal e tinha dificuldades de respirar.

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No entanto, a causa da morte foi confirmada como asfixia. Tanto a mãe quanto o padrasto prestaram depoimento e foram liberados, aguardando os desdobramentos da investigação.

Nessa sexta-feira, a mulher foi presa na casa do pai.