Foto: Vinícius Thormann

Foto: Vinícius Thormann/ Divulgação

Da redação | O número de pacientes que recebem atendimento através do SUS no  Hospital Nossa Senhora das Graças (HNSG) vem crescendo nos últimos meses. O saldo positivo de procedimentos na instituição se deu graças a um projeto da Secretaria da Saúde de Canoas (SMS). Através do Programa de Incentivo à Qualificação da Atenção Hospitalar em Saúde e de um novo Plano Operativo, o HNSG, com fiscalização do Município, está atendendo mais pacientes e recebendo melhores recursos.

A intenção do projeto era fazer com que o hospital atenda mais pacientes e, na medida em que produz mais procedimentos, receba maiores recursos financeiros. Para executar esse plano, a Secretaria da Saúde de Canoas acompanha todos os meses o número de cirurgias, exames, procedimentos laboratoriais e consultas realizados no local e, quando o HNSG bate a meta, recebe os valores. Junto do novo programa, o hospital, que é privado, também trocou de gestão. Hoje, ele é administrado pela Associação Beneficente São Miguel.

Os primeiros meses da iniciativa se mostraram positivos. O total de procedimentos ambulatoriais passaram de 9.796, em março, para 13.680, em junho. Já as consultas na Emergência do HNSG, que em abril eram 1.961, foram para 2.131, em junho. Esses números ainda devem crescer nos próximos meses, dando maior fluxo à fila de atendimentos.

O prefeito de Canoas, Luiz Carlos Busato, elogiou o crescimento dos números de atendimentos no HNSG. “A Prefeitura de Canoas teve sempre uma preocupação muito especial com o Nossa Senhora das Graças. Fizemos tudo aquilo que estava dentro da lei para garantir que hospital não falisse e fechasse as portas. Essa é uma atenção que sempre tivemos, e que a atual gestão do Gracinha compactua”, disse.

Mais qualidade nos atendimentos

O Programa de Incentivo à Qualificação da Atenção Hospitalar em Saúde tem complementado o custeio de todos os serviços e materiais de consumo necessários à atenção integral ao usuário do SUS, como por exemplo: os medicamentos; honorários profissionais e gastos com pessoal; insumos hospitalares; exames complementares e serviços de apoio diagnóstico e terapêutico (SADT); órteses, próteses e materiais (OPM); hemoderivados; uso de equipamentos e instalações necessárias ao atendimento.

Os valores serão repassados  mensalmente, de acordo com a comprovação dos serviços prestados. O valor máximo a ser repassado, anualmente, terá o teto de R$ 15,4 milhões.

*Informações da Secretaria das Relações Institucionais e Comunicação