Foto: JL Balestrin/ GBC

Foto: JL Balestrin/ GBC

Da redação | O incêndio provocado na noite deste domingo (15) na Penitenciária Estadual de Canoas (Pecan) não foi o primeiro do complexo prisional. A Pecan foi palco de uma incêndio em 26 de março do ano passado, quando detentos colocaram fogo em um depósito de colchões na Pecan 2. Na época, eles não concordavam com o uso do uniforme – item obrigatório.

Nesse domingo, o fogo mobilizou policiais militares e agentes penitenciários nas unidades 2 e 3. Os detentos colocaram fogo em roupas e colchões no pátio. Em torno de 150 presos participaram do episódio.

Bombas de efeito moral foram disparadas para controlar a situação, e os presos passaram por uma revista. Sete presos sofreram escoriações leves e foram atendidos pelo Samu. O sinistro teria sido uma forma dos presos de protestar, em função da falta de água e instalação de um scanner corporal no local.

Na semana passada, o Governo do Estado anunciou a reabertura de 288 vagas da Pecan. O incêndio do ano passado acabou danificando as redes hidráulica e elétrica. Por isso, as vagas haviam sido interditadas.