Foto: Polícia Federal/Divulgação

Da redação | Dez pessoas foram presas em uma operação da Polícia Federal (PF) deflagrada nesta quinta-feira (17) que investigava uma empresa que atuava no mercado de criptomedas. Ordens judiciais foram cumpridas em Canoas, Caxias do Sul, Porto Alegre e São Leopoldo, além dos estados do Paraná, São Paulo e Tocantins e o Distrito Federal.

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O inquérito que baseou a operação da PF apurou que os clientes da empresa recebiam a promessa de retorno de 100% do valor investido em até seis meses. Conforme a investigação, o alvo atuava no estilo de pirâmide financeira. Nesse caso, os novos investidores subsidiam os pagamentos de remuneração daqueles que já aplicaram recursos há mais tempo. 

A organização já havia sido notificada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para que se abstivesse das práticas não autorizadas, mas seguiu atuando e teve expedida uma ordem de parada de operações (stop order), que também foi ignorada. Ao longo da investigação se evidenciaram outras práticas criminosas como atos de evasão de divisas, assim como crimes de lavagem de dinheiro, entre outros.

A reportagem de Agência GBC tenta contato com a defesa da Unick, alvo da operação conforme a PF, mas ainda não obteve retorno.