Foto: Jaime Zanatta/GBC

O Grupo Vector que é responsável pela fiscalização do Carrefour da Avenida Plínio Brasil Milano, em Porto Alegre, onde João Alberto Silveira Freitas foi espancado até a morte, emitiu uma nota sobre caso. No site, a empresa disse que “lamenta profundamente os fatos ocorridos e se sensibiliza com os familiares da vítima”.

Ainda por meio do comunicado, a companhia – que informou não fazer parte da vigilância do prédio, mas sim do setor de prevenção e perdas – salientou que rescindiu por justa causa os contratos dos homens envolvidos no caso. “A empresa tomará as medidas cabíveis, estando à disposição das autoridades e colaborando com as investigações para a apuração da verdade”, finalizou.

Ontem, o Grupo Vector foi alvo de uma ação da Polícia Federal. Agentes da corporação realizaram uma fiscalização extraordinária para apurar supostas irregularidades na contratação de funcionários. Isso porque um dos acusados de assassinar João Alberto tinha vínculo com a Brigada Militar, e não poderia exercer uma segunda função junto à iniciativa privada. O registro de vigilante dele também estaria em situação irregular.

Outro envolvido na morte sequer tinha o documento, que é emitido pela própria PF. Os resultados da fiscalização ainda não foram divulgados.