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22 de maio de 2026

Justiça obriga Havan a instalar cadeiras para vendedores e Luciano Hang reage

A Justiça do Trabalho determinou que uma unidade da Havan em Rondonópolis, no Mato Grosso, deverá disponibilizar cadeiras com encosto para vendedores durante a jornada de trabalho.

A decisão foi tomada após uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), que apontou denúncias relacionadas às condições ergonômicas dos funcionários.

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Funcionários relataram permanência em pé durante expediente

Segundo o MPT, ex-funcionários afirmaram que os vendedores permaneciam em pé durante praticamente toda a jornada de trabalho.

De acordo com a ação:

  • não haveria cadeiras nos setores de vendas
  • trabalhadores relatavam desconforto físico
  • pausas para descanso seriam limitadas
  • permanecer sentado poderia gerar advertências internas

O órgão também pediu indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 500 mil.

Justiça citou normas da CLT

Na decisão, a juíza responsável pelo caso afirmou que a permanência contínua em pé pode comprometer a saúde e o bem-estar dos trabalhadores.

A magistrada citou normas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) relacionadas à ergonomia e às condições adequadas de trabalho.

A legislação determina que:

  • empregados que trabalham em pé tenham assentos disponíveis
  • empresas garantam pausas adequadas
  • posições desconfortáveis sejam evitadas

Luciano Hang criticou decisão

O empresário Luciano Hang afirmou que a medida seria uma “decisão ideológica travestida de Justiça”.

Segundo ele:

  • o varejo exige movimentação constante
  • a dinâmica das lojas envolve atendimento contínuo
  • outras redes não sofreriam o mesmo tipo de fiscalização
  • a empresa segue regras de ergonomia e descanso

Hang também afirmou que considera a ação uma “perseguição seletiva” contra a Havan.

MPT defendeu necessidade de pausas

O Ministério Público do Trabalho argumentou que:

  • o atendimento ocorre de forma intermitente
  • pausas poderiam ser realizadas em rodízio
  • alternância de posição ajuda a evitar fadiga
  • a ergonomia reduz riscos à saúde ocupacional

A liminar prevê multa caso a determinação não seja cumprida.

Caso repercutiu nas redes sociais

A decisão rapidamente repercutiu nas redes sociais e dividiu opiniões entre internautas. 📲

Usuários passaram a debater:

  • condições de trabalho no varejo
  • ergonomia para funcionários
  • direitos trabalhistas
  • atuação da Justiça do Trabalho
  • posicionamento de Luciano Hang
Vinicius Ficher
Vinicius Ficher
Redator, escrevediariamente sobre economia, serviços e cotidiano de cidades.
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