O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, não será o candidato à Presidência da República pelo PSD. A legenda escolheu o atual governador de Goiás, Ronaldo Caiado.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Leite criticou a decisão do partido. Ele ressalta que o movimento mantém o cenário de polarização na política nacional.
LEIA TAMBÉM:
- Título de eleitor irregular pode impedir você de votar; veja como regularizar sem sair de casa
- Massa de ar frio deverá acabar com calorão no RS
- “Eu não negocio com a dor”: bombeiro ferido recebe tratamento inédito com Polilaminina no HBM
“Com toda a franqueza, a decisão tomada pelo partido tende a manter esse ambiente de polarização radicalizada que tanto limita o nosso país”, pontua Leite.
Ainda no vídeo publicado nas redes sociais, Leite agradeceu o apoio que recebeu para ser candidato e ressaltou que não discutirá a decisão.
“Embora essa decisão desencante a mim, como a tantos outros brasileiros, pela forma como insistem em fazer política no nosso país, eu não vou discutir essa decisão, mas isso não significa ausência de convicção”, pontua.
Qual será o futuro político de Eduardo Leite agora que ele não concorrerá a presidente?
Em outro vídeo publicado em suas redes sociais na última semana, Leite havia destacado que não concorreria a outro cargo se não fosse o de presidente.
No dia 24 de março, Leite declarou:
“Não vou deixar o mandato de governador do Rio Grande do Sul se não for para disputar a Presidência da República.”
Com isso, Leite deverá ficar no Palácio Piratini até o final do mandato e trabalhar pela eleição do sucessor que é o atual vice, Gabriel Souza (MDB). O PSD, com a chegada de Ernani Polo, completa a chapa que terá como candidatos ao senado: Frederico Antunes (PSD) e Germano Rigotto (MDB).

