Uma ação da Polícia Civil acabou com a prisão de duas mulheres com uma grande quantidade de maconha do tipo Skunk em Canoas. O flagrante ocorreu no bairro Igara.
Conforme a polícia, a investigação da 3ª Delegacia de Investigações do Narcotráfico do Denarc (3ª DIN/DENARC) começou após o recebimento de denúncias relatando que dois veículos estavam sendo utilizados para transportar e distribuir drogas entre o Brasil e Uruguai.
LEIA TAMBÉM:
- Fábrica chinesa está de olho em cidade do Rio Grande do Sul
- Concurso da Polícia Penal RS: salários passam dos R$ 9 mil; Veja edital
- Carnes e queijos podres: fiscalização encontra toneladas de alimentos vencidos em supermercados sendo vendidos no RS
Durante monitoramento, os policiais apuraram que um dos carros estava se deslocando de Santana do Livramento para a região Metropolitana. No bairro Igara, os policiais perderam o veículo de vista e começaram a realizar diligências para encontrar o imóvel em que o Fiat Argo utilizado pelas criminosas teria entrado.
Pouco tempo depois, os policiais encontraram o segundo carro, um VW Crossfox na avenida Victor Barreto. Nele, estavam duas mulheres, sendo que uma não tinha antecedentes e a outra usava tornozeleira eletrônica.
Mulheres são presas com maconha do tipo Skunk em Canoas: carro entrou em condomínio e saiu
Os policiais apuraram que o Fiat Argo entrou em um condomínio no bairro Igara, parou em uma residência e saiu na sequência.
Ao entrarem na casa, os policiais encontraram: 1,3kg de haxixe, 32,5kg de skunk (maconha de alta qualidade), caderno com anotações sobre drogas, 8,1kg de insumos, coletes balísticos, celular e computador. A casa estava vazio, mas os investigadores identificaram um casal como moradores.
Maconha de alta qualidade
De acordo com o delegado Joel Wagner, responsável pela ação, o skunk é derivado da maconha com maior concentração de THC (tetra-hidrocanabinol). Conhecida por sua potência elevada e pelo forte cheio, o quilo desse tipo de droga pode chegar a R$ 30 mil.
Ainda, conforme o delegado, a apreensão causou prejuízo de R$ 1 milhão para as facções criminosas envolvidas na distribuição da droga.

