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22 de junho de 2026

Idosos descobrem benefício que pode cortar até 65% de valor na conta de luz em 2026

Milhares de brasileiros podem pagar muito menos na energia elétrica. Veja quem tem direito ao desconto na conta de luz e como solicitar.

O desconto na conta de luz pode representar uma economia importante para milhares de idosos brasileiros em 2026. Por meio da Tarifa Social de Energia Elétrica, famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único podem reduzir significativamente o valor pago mensalmente pela energia, com abatimentos que chegam a 65%.

Com o aumento constante das despesas domésticas, especialmente para quem depende da aposentadoria ou de benefícios sociais, o programa tem chamado atenção por ajudar a aliviar o orçamento e garantir mais tranquilidade financeira.

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Como funciona o desconto na conta de luz?

A Tarifa Social de Energia Elétrica é um programa federal criado para reduzir os gastos com energia das famílias de baixa renda. O benefício aplica descontos progressivos de acordo com o consumo mensal registrado na residência.

Na prática, quanto menor for o consumo de energia, maior será o percentual de desconto aplicado sobre a tarifa cobrada pela distribuidora.

Apesar de muitas famílias terem direito ao programa, nem todas recebem o benefício automaticamente. Por isso, é importante verificar se os dados cadastrais estão corretos e atualizados.

Quem tem direito ao benefício?

Para receber o desconto, é necessário cumprir alguns requisitos definidos pelo governo federal.

Entre os principais critérios estão:

  • Estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico);
  • Manter o cadastro atualizado nos últimos dois anos;
  • Possuir renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo;
  • Ter a conta de energia vinculada a alguém da família cadastrada;
  • Ser beneficiário do Benefício de Prestação Continuada (BPC), nos casos previstos pela legislação.

Idosos que recebem o BPC também podem ser contemplados pelo programa, desde que atendam às exigências estabelecidas.

Veja como os descontos são calculados

O percentual de abatimento varia conforme o consumo mensal de energia elétrica.

As regras atuais são:

  • Até 30 kWh por mês: desconto de 65%;
  • De 31 kWh a 100 kWh por mês: desconto de 40%;
  • De 101 kWh a 220 kWh por mês: desconto de 10%;
  • Acima de 220 kWh: tarifa normal, sem desconto.

Por isso, famílias que conseguem manter um consumo mais baixo podem obter uma economia bastante significativa ao longo do ano.

Famílias indígenas e quilombolas recebem benefício maior

Além dos descontos tradicionais, famílias indígenas e quilombolas cadastradas no programa contam com condições ainda mais vantajosas.

Nesses casos, há isenção total da tarifa para consumos de até 50 kWh mensais, desde que todos os critérios de renda e cadastro sejam atendidos.

A medida busca ampliar a proteção social para grupos considerados mais vulneráveis.

Como solicitar o desconto na conta de luz

Quem acredita ter direito ao benefício deve primeiro verificar a situação do Cadastro Único junto ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS).

Depois disso, o processo costuma seguir os seguintes passos:

  1. Confirmar se o CadÚnico está atualizado;
  2. Separar documentos como RG, CPF, NIS, comprovante de residência e conta de energia;
  3. Entrar em contato com a distribuidora de energia da região;
  4. Solicitar a inclusão na Tarifa Social pelos canais disponíveis.

Em muitos casos, o cruzamento de informações permite que o desconto seja aplicado automaticamente.

Economia pode fazer diferença no orçamento

Para muitos idosos, o desconto na conta de luz representa uma ajuda importante nas despesas do mês. A redução dos gastos com energia pode liberar recursos para medicamentos, alimentação e outras necessidades básicas.

Por isso, especialistas recomendam que os beneficiários mantenham os dados sempre atualizados e consultem regularmente o CRAS ou a distribuidora para verificar se o benefício está sendo aplicado corretamente.

Guilherme Galhardo
Guilherme Galhardo
Redator, apaixonado pela cultura POP, luta-livre, games, séries e filmes, escreve sobre economia, serviços e cotidiano de cidades. Entusiasta de meteorologia e punk rocker nas horas vagas.
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