Foto: Arquivo/ Agência Brasil

Com o início do ano letivo e listas cada vez mais extensas de materiais exigidos pelas instituições de ensino, é comum que o consumidor enfrente longas filas nas lojas e encontre diferenças nos preços praticados entre estabelecimentos, ou até mesmo custos abusivos de alguns itens.

Para combater estas práticas, o Procon Canoas mobilizou a rede varejista do município para elaboração da pesquisa de preços em 12 estabelecimentos, além de divulgar dicas aos consumidores para ficarem atentos às listas das escolas e economizarem na hora de adquirir os itens.

A pesquisa revelou que os itens de material escolar podem ter uma diferença de até R$ 130 no preço de um estabelecimento comercial para
outro.

Clique aqui para conferir a lista de preços

Dicas do Procon:

– Verifique o que foi usado no último ano e o que ainda tem condições de uso. Canetas com tinta, réguas, tesouras e dicionários, por exemplo, são itens que podem ser reutilizados.
– Pesquise em mais de um local, não compre no primeiro estabelecimento que encontrar.
– Não leve o seu filho junto. Nem sempre o material escolhido por ele vai caber no seu orçamento.
– Se você possui mais de um filho, organize a troca e o repasse de materiais entre eles. O que não é mais necessário para um, pode ser para o outro neste. Procure vizinhos e amigos para fazer o mesmo.

Abusos na lista:

– Estabelecimentos de ensino não podem pedir produtos de uso coletivo na lista de material escolar, como os de higiene e limpeza, por exemplo.
– O material pode ser comprado no estabelecimento de preferência dos pais, não podendo a escola exigir marcas, indicar locais ou até mesmo vender os produtos (exceto artigos que não são vendido no comércio, como apostilas pedagógicas).
– A instituição só pode interferir caso seu filho esteja com um livro reutilizado, se a obra estiver desatualizada.