Foto: Tania Rego/ Arquivo/ Agência Brasil

Secretário afirma que em 2021 não haverá Auxílio Emergencial

O secretário especial de Fazendo do Ministério da Economia, Wanderley Rodrigues, afirmou nesta quinta-feira (22) o compromisso da equipe econômica com o cumprimento do teto dos gastos e descartou a possibilidade de o Auxílio Emergencial ser prorrogado para 2021. “Mais que uma âncora fiscal, o teto de gastos é super âncora fiscal, temos que seguir”, afirmou, em seminário virtual promovido pelo TCU (Tribunal de Contas da União).

Segundo o secretário, os gastos emergenciais do governo para combater a pandemia chegarão a R$ 607 bilhões, neste ano, sendo mais de R$ 320 bilhões só o auxílio emergencial pago para os desempregados, trabalhadores informais e beneficiários de programas sociais. “É importante destacar que esse gasto está contido em 2020, e não passará para 2021”, completou.

O secretário lembra que a Dívida Bruta do Governo Geral teve início em 2019 em 76,4% do PIB caindo para 75,8% no final do mesmo ano. “Pode ter sido uma redução pequena, mas foi uma sinalização gigantesca. Com as medidas necessárias em 2020, porém, nossa estimativa para esse ano é um pouco menor que 94%.”