Um caso que chocou moradores ganhou novos desdobramentos e levanta ainda mais questionamentos.
A investigação sobre o desaparecimento da família Aguiar avançou e a Polícia Civil confirmou o indiciamento de um policial militar por crimes graves.
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Indiciamento por múltiplos crimes
O caso da família Aguiar resultou no indiciamento de Cristiano Domingues Francisco, de 39 anos.
Ele é apontado como responsável pelas mortes da ex-companheira, Silvana Aguiar, e dos ex-sogros, em um caso tratado como feminicídio e duplo homicídio.
Provas reforçam investigação

Segundo divulgado pela Polícia Civil durante entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira (17), a investigação da família Aguiar reuniu provas como laudos periciais, registros de geolocalização e dados de telefonia.
Os investigadores afirmam que o suspeito estava com o celular da vítima dias após o desaparecimento, além de ter feito uma publicação falsa nas redes sociais para despistar.
Outras pessoas também foram indiciadas
O caso da família Aguiar também envolve outros investigados.
A atual esposa do suspeito e o irmão dele foram indiciados por fraude processual, enquanto um amigo responde por falso testemunho.
De acordo com a polícia, houve tentativa de apagar provas e atrapalhar o andamento das investigações.
Vestígios encontrados na casa
Durante as apurações, amostras de sangue foram encontradas na residência de Silvana.
Os exames confirmaram que o material genético pertence à vítima e ao pai dela, reforçando a linha investigativa do caso da família Aguiar.
Silêncio do ex-marido de Silvana chama atenção
Desde a prisão, em fevereiro, o policial permaneceu em silêncio durante os depoimentos.
Mesmo assim, a polícia afirma que reuniu elementos suficientes para sustentar o indiciamento no caso da família Aguiar.
A reportagem tenta contato com os acusados, mas ainda não obteve retorno. O espaço segue aberto para futuras manifestações.

