Apontado como um dos líderes da principal facção que atua no Rio Grande do Sul, o criminoso condenado pela morte de um fotógrafo em Canoas é alvo de uma operação da Polícia Civil na manhã desta terça-feira (2).
Juliano Biron da Silva foi condenado pelo a mais de 20 anos de prisão pelo assassinato do jovem fotógrafo José Gustavo Bertuol Gargioni de 22 anos. O crime ocorreu no ano de 2015 em Canoas.
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Biron está preso desde setembro do ano passado. Ele foi capturado na Bolívia, onde estava escondido e, desde então, está na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (PASC).
Líder de facção que matou fotógrafo em Canoas é alvo de nova operação da Polícia Civil
Biron é um dos alvos da Operação Penhor. A ofensiva tem como alvos, integrantes de uma facção criminosa que vende armas e pratica lavagem de dinheiro.
“As apurações demonstraram também que o grupo utilizava operadores financeiros, interpostas pessoas e empresas formalmente constituídas para ocultar e dissimular valores provenientes das atividades ilícitas, evidenciando sofisticada estrutura patrimonial voltada à lavagem de capitais e à manutenção financeira da organização criminosa”, disse o Delegado Wesley Lopes, titular da 1ª Delegacia de Investigações do Denarc.
A investigação apurou que Biron era o responsável pela relação entre a facção e o núcleo alvo da ofensiva.
A reportagem da Agência GBC tenta contato com a defesa de Biron, mas ainda não obteve retorno.

