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26 de abril de 2026

Lei sobre cerveja “zero álcool” chama atenção no Brasil e regra para menores de idade gera dúvida entre famílias

A venda e o consumo de cerveja “zero álcool” por menores de idade têm gerado dúvidas em todo o país, e o tema voltou a chamar atenção após questionamentos sobre o que realmente diz a legislação brasileira.

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Apesar do nome, essas bebidas não são totalmente livres de álcool. Pela regra vigente, produtos com até 0,5% de teor alcoólico ainda podem ser classificados como “sem álcool” no Brasil.

Cerveja zero álcool entra na mesma regra para menores de 18 anos

Mesmo com teor reduzido, a legislação brasileira trata essas bebidas com cautela quando o assunto é consumo por menores.

Isso porque o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) proíbe vender, fornecer ou entregar bebidas alcoólicas a menores de 18 anos — e a regra se aplica ao conceito legal de bebida alcoólica, não apenas ao nome comercial.

Além disso, normas antigas já determinam que até mesmo cervejas “sem álcool” devem trazer alerta sobre a proibição de consumo por menores, justamente por poderem conter traços da substância.

Pequena quantidade de álcool levanta alerta

Mesmo sendo considerada “não alcoólica” para fins comerciais, especialistas destacam que a presença, ainda que mínima de álcool é um ponto de atenção.

Na prática, isso significa que:

  • a bebida pode conter traços alcoólicos;
  • o consumo por menores continua sendo desaconselhado;
  • e a venda pode ser interpretada dentro das restrições legais.

Tema divide opiniões, mas regra segue rígida

O assunto ainda gera debate, principalmente entre pais e responsáveis que acreditam que o produto seria totalmente liberado.

No entanto, a legislação brasileira mantém uma linha rígida quando se trata de proteção de crianças e adolescentes, especialmente em relação a substâncias que possam causar dependência ou estimular o consumo precoce.

Discussão cresce e levanta dúvidas no dia a dia

Com o aumento da popularidade das bebidas “zero álcool”, situações comuns — como compras em mercados ou consumo em eventos — passaram a gerar questionamentos.

Na prática, o tema exige atenção: mesmo com nome “zero”, a bebida não é tratada como um produto comum quando envolve menores de idade.

Vinicius Ficher
Vinicius Ficher
Redator, escrevediariamente sobre economia, serviços e cotidiano de cidades.
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