O frio no RS continua dominando o tempo nesta quarta-feira (24) e mantém temperaturas baixas em praticamente todas as regiões do Estado. A massa de ar polar avançou com força após a passagem de uma frente fria e deve garantir mais alguns dias de temperaturas abaixo da média para esta época do ano.
Em Porto Alegre e na Região Metropolitana, o amanhecer foi gelado e a sensação térmica ficou ainda menor por causa do vento. A previsão indica que o frio seguirá presente durante a noite e nas primeiras horas da manhã dos próximos dias.
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Porto Alegre e Canoas terão tarde fria e noite gelada
Na Capital, a temperatura máxima desta quarta-feira deve ficar próxima dos 13°C a 15°C, enquanto durante a noite os termômetros podem se aproximar dos 7°C. Em alguns bairros, a sensação térmica pode ficar ainda mais baixa devido ao vento.
Em Canoas, o cenário é semelhante. A máxima deve permanecer perto dos 14°C a 15°C durante a tarde, enquanto a noite será marcada por frio intenso e temperaturas de apenas um dígito em diversos pontos da cidade.
Até quando vai o frio no RS?
Segundo as projeções meteorológicas, a massa de ar polar deve manter o frio intenso ao longo desta semana. As madrugadas mais geladas devem ocorrer entre quarta e sexta-feira, quando diversas cidades gaúchas poderão registrar temperaturas próximas ou abaixo de 0°C.
A tendência é que o frio continue predominando pelo menos até o próximo fim de semana. A partir do início da próxima semana, os modelos indicam uma elevação gradual das temperaturas, embora as manhãs ainda devam permanecer frias em boa parte do Estado.
O que provoca esta onda polar?
A queda acentuada das temperaturas ocorre por causa do avanço de uma forte massa de ar polar impulsionada por um ciclone extratropical que se formou sobre o Atlântico Sul. Apesar de o ciclone permanecer distante da costa brasileira, ele ajuda a empurrar o ar frio para o Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste do país.
Os meteorologistas destacam que o fenômeno tem alcance continental e está provocando uma das incursões de ar frio mais abrangentes de 2026, afetando milhões de brasileiros.

