O Itaú Unibanco segue avançando no processo de transformação de sua rede de atendimento e confirmou a continuidade do fechamento de agências físicas em diversas cidades brasileiras ao longo de 2026.
A iniciativa faz parte da estratégia do banco de ampliar o atendimento por canais digitais e adequar a estrutura ao aumento da utilização do aplicativo, internet banking e demais serviços remotos. A instituição estima encerrar aproximadamente 250 agências durante o ano.
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Agências não vão desaparecer completamente
Apesar da redução da rede, o Itaú não anunciou o fim das agências físicas.
Segundo o banco, o objetivo é reorganizar a distribuição das unidades, concentrando o atendimento presencial onde houver maior demanda, enquanto os serviços mais simples continuam sendo realizados pelos canais digitais.
Operações como abertura de contas, transferências, pagamentos e contratação de diversos produtos já podem ser feitas pelo aplicativo, reduzindo a necessidade de comparecimento às agências.
O que muda para os clientes
Com o fechamento de algumas unidades, clientes poderão ser direcionados para outras agências próximas ou utilizar os canais digitais do banco.
Entre os principais serviços disponíveis de forma online estão:
- consultas de saldo e extrato;
- pagamentos e transferências;
- Pix;
- investimentos;
- contratação de empréstimos;
- solicitação de cartões;
- atualização de dados cadastrais.
Em casos que exigem atendimento presencial, o banco informa previamente qual será a agência responsável pelos clientes da unidade encerrada.
Motivo da decisão
O Itaú afirma que a reorganização acompanha a mudança no comportamento dos consumidores.
Nos últimos anos, a maior parte das operações bancárias passou a ser realizada por smartphones e computadores, diminuindo significativamente o fluxo de clientes nas agências tradicionais. A estratégia também busca reduzir custos operacionais e fortalecer os investimentos em tecnologia e atendimento digital.
Mudança gera críticas
Representantes dos bancários afirmam que o fechamento de agências pode provocar sobrecarga nas unidades restantes, aumentar o tempo de espera e dificultar o atendimento de idosos, pessoas com pouca familiaridade com tecnologia e moradores de regiões onde há poucas alternativas presenciais.
As entidades também apontam impactos sobre os trabalhadores, com redução

