Equipes da Defesa Civil de Canoas monitoram a Praia do Paquetá e outras áreas ribeirinhas de Canoas. Desde domingo, o município registrou mais de 113 milímetros de chuva.
Nesta quarta-feira (22) a chuva perdeu força em Canoas. Mas, segundo o secretário da Defesa Civil e Resiliência Climática de Canoas, Vanderlei Marcos, as equipes acompanham as elevações dos rios Taquari, Jacuí, Sinos e Caí.
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“Essas águas, até o presente momento, não vão ocasionar grandes impactos. Claro, nós temos regiões como a Praia do Paquetá, a rua da Prainha, assim com a Barca, também a rua do Gelo Rei que são ruas que não tem proteção, assim como a Berto Círio, ali na São Luís. Para nós, ela está, no presente momento, essas regiões no estado de atenção”, pontua.
Vanderlei ressalta que equipes da Defesa Civil estão conversando com moradores de áreas ribeirinhas.
“Essas áreas que não tem proteção, não quer dizer que vai acontecer, mas é de atenção. Então, seguiremos próximos dessas comunidades monitorando para caso haja algum transtorno com elevação, principalmente ali no Paquetá e também na Rua da Barca, haja algum transtorno, a gente possa estar dando toda a assistência para essas populações que, infelizmente, são populações ribeirinhas e que tradicionalmente esses pontos quando há uma elevação, que seja mínima possível, acaba ocasionando transtorno e é nosso papel do poder público estar monitorando, estar atento, para dar uma resposta rápida.”
Defesa Civil monitora Praia do Paquetá e outras áreas ribeirinhas de Canoas: níveis dos rios
Cercada por rios, o Gravataí, o Sinos e o Jacuí são os que mais influenciam as áreas ribeirinhas de Canoas.
A medição do Rio dos Sinos, em São Leopoldo, atingiu a cota de atenção. Na última medição, feita às 16h15, ele alcançou a marca de 3,45m. Durante a enchente de 2024, ele chegou a 8 metros.

