O piso salarial dos professores da educação básica foi reajustado e passou a ser fixado em R$ 5.130,63 em 2026, após aprovação no Congresso Nacional e sanção presidencial. A medida representa um aumento de 5,4% em relação ao valor anterior.
O novo valor também acompanha mudanças na forma de cálculo do piso, que passa a considerar a inflação e parte do crescimento das receitas do Fundeb.
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Como funciona o novo reajuste
A atualização do piso salarial combina o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) com parte da variação das receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).
Na prática, essa fórmula busca garantir que o reajuste acompanhe a inflação e também tenha ganho real, evitando perdas salariais ao longo dos anos.
Pagamento retroativo entra no debate
Com a confirmação do novo piso, também passa a ser discutida a aplicação do pagamento retroativo do reajuste em algumas redes de ensino.
Isso acontece porque estados e municípios podem ter calendários diferentes de implementação do novo valor, o que pode gerar diferenças nos repasses aos profissionais da educação.
Impacto para a categoria
O reajuste é visto como uma medida de valorização do magistério, beneficiando professores da rede pública em todo o país, incluindo contratados temporários.
A atualização também reforça a política de valorização da educação básica, que depende diretamente dos recursos do Fundeb para financiamento das redes estaduais e municipais.
Próximos passos
Agora, com a medida já em vigor, a aplicação prática depende da adequação de cada rede de ensino para implementar o novo piso e organizar eventuais pagamentos complementares.
A expectativa é que os ajustes sejam feitos gradualmente ao longo do ano, conforme as administrações locais se adaptem à nova legislação.

