Milhões de famílias atendidas pelo Bolsa Família continuam recebendo um reforço financeiro em 2026 por meio do Benefício Primeira Infância. O adicional é destinado às famílias que possuem crianças de até 6 anos de idade e é pago juntamente com a parcela mensal do programa.
O benefício é depositado pela Caixa Econômica Federal na mesma conta em que o Bolsa Família é pago, sem necessidade de solicitação específica por parte do beneficiário. O valor do adicional é de R$ 150 para cada criança de zero a seis anos cadastrada e que atenda às regras do programa.
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Quem tem direito ao valor extra
O Benefício Primeira Infância é destinado às famílias inscritas no Bolsa Família que possuam crianças de até 6 anos de idade.
Para receber o adicional, é necessário cumprir os requisitos do programa, entre eles:
- Estar com inscrição ativa e atualizada no Cadastro Único (CadÚnico);
- Ter renda familiar per capita dentro do limite estabelecido pelo programa;
- Manter a vacinação das crianças em dia;
- Cumprir o acompanhamento de saúde infantil;
- Garantir a frequência escolar quando aplicável.
Valor pode ultrapassar os R$ 600
Embora o Bolsa Família garanta um benefício mínimo de R$ 600 por família, o valor final pode ser significativamente maior dependendo da composição familiar.
Além do adicional de R$ 150 para cada criança de até 6 anos, o programa também prevê:
- R$ 50 para gestantes;
- R$ 50 para nutrizes (mães de bebês de até seis meses);
- R$ 50 para cada criança ou adolescente entre 7 e 18 anos incompletos;
- Benefício de R$ 142 por integrante da família, conforme as regras do programa.
Com isso, famílias com vários dependentes podem receber valores superiores ao benefício mínimo mensal.
Pagamento é feito automaticamente
Não é necessário fazer um pedido específico para receber o Benefício Primeira Infância.
A Caixa realiza o depósito automaticamente para as famílias que atendem aos critérios do Bolsa Família e possuem crianças cadastradas na faixa etária contemplada.
Os pagamentos seguem o calendário oficial do programa e são organizados conforme o último dígito do Número de Identificação Social (NIS). O beneficiário pode consultar a data do depósito, o valor da parcela e a composição do benefício pelo aplicativo Bolsa Família ou pelo Caixa Tem.
Cadastro atualizado é fundamental
O Governo Federal reforça que manter os dados do Cadastro Único atualizados é essencial para continuar recebendo o benefício.
Mudanças na composição familiar, endereço, renda ou nascimento de filhos devem ser informadas ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). O cadastro também precisa ser atualizado sempre que houver alterações ou, no máximo, a cada dois anos.
Objetivo é fortalecer a primeira infância
O Benefício Primeira Infância foi criado para ampliar a proteção social de crianças nos primeiros anos de vida, período considerado essencial para o desenvolvimento físico, cognitivo e emocional.
Segundo o Governo Federal, o adicional busca reforçar a alimentação, os cuidados com a saúde e as condições de desenvolvimento infantil, contribuindo para a redução da pobreza e das desigualdades entre as famílias brasileiras.

