Auxílio-Inclusão paga R$ 810,50 por mês; veja quem pode receber o benefício

Pessoas com deficiência que ingressam no mercado de trabalho podem receber o Auxílio-Inclusão, benefício pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em 2026, o valor corresponde a R$ 810,50, equivalente à metade do salário mínimo vigente. O objetivo é incentivar a inclusão profissional sem que o trabalhador perca totalmente o apoio financeiro do governo.

O benefício é destinado a quem já recebia ou tinha direito ao Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) e passou a exercer atividade remunerada com renda dentro dos limites estabelecidos pela legislação. O Auxílio-Inclusão não é concedido automaticamente e depende do cumprimento de requisitos específicos.

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Quem pode receber o Auxílio-Inclusão

Para ter direito ao benefício, é necessário atender às condições previstas em lei, entre elas:

  • Ser pessoa com deficiência;
  • Ter recebido o BPC ou atender aos requisitos para recebê-lo;
  • Exercer atividade remunerada;
  • Possuir renda dentro dos limites estabelecidos pelo programa;
  • Manter o Cadastro Único (CadÚnico) atualizado.

Qual é o valor do benefício

O Auxílio-Inclusão corresponde a 50% do salário mínimo.

Com o salário mínimo de 2026 fixado em R$ 1.621, o benefício é de R$ 810,50 por mês. O valor é reajustado sempre que houver alteração no salário mínimo nacional.

É possível receber junto com o BPC?

Não.

Quando a pessoa passa a receber o Auxílio-Inclusão, o pagamento do BPC é suspenso. Caso o beneficiário deixe o emprego e continue preenchendo os requisitos legais, poderá solicitar a reativação do Benefício de Prestação Continuada.

Como solicitar o benefício

O pedido pode ser realizado pelos canais oficiais do INSS, como o aplicativo e o portal Meu INSS, além da Central 135.

Durante a análise, o instituto verifica se o interessado atende a todos os critérios exigidos para a concessão do Auxílio-Inclusão.

Qual é o objetivo do Auxílio-Inclusão

O programa foi criado para estimular a participação de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, permitindo que elas exerçam atividade remunerada sem perder completamente o suporte financeiro oferecido pelo governo.

A medida busca ampliar a inclusão social e profissional, garantindo mais autonomia aos beneficiários e incentivando a formalização do emprego.

Vinicius Ficher
Vinicius Ficher
Redator, escrevediariamente sobre economia, serviços e cotidiano de cidades.
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