Uma imagem divulgada pela MetSul Meteorologia chamou a atenção nesta quinta-feira (6) ao mostrar dois sistemas de tempestades atuando simultaneamente sobre o Sul da América do Sul. O cenário aumenta a preocupação principalmente no Rio Grande do Sul, que já enfrenta alertas para temporais, ventos intensos e possibilidade de granizo.
Enquanto um dos sistemas já provoca chuva e descargas elétricas entre o norte do território gaúcho e o Paraná, outro avança pela Argentina e pelo Uruguai associado à formação de um ciclone extratropical.
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Imagem mostra dois sistemas de tempestades ao mesmo tempo
Segundo a MetSul, o primeiro sistema é uma onda curta que intensifica as áreas de instabilidade sobre parte da Região Sul.
Ao mesmo tempo, um segundo sistema mais intenso atua sobre a Argentina e o Uruguai e está ligado à formação de um ciclone extratropical.
A combinação dos dois fenômenos cria um cenário de maior atenção para os próximos períodos, especialmente no Rio Grande do Sul.
Rio Grande do Sul concentra maior preocupação
Os meteorologistas apontam que o sistema associado ao ciclone deverá avançar ao longo do dia sobre o território gaúcho.
Com isso, aumentam as condições para temporais, chuva forte, descargas elétricas, queda de granizo e rajadas de vento que podem provocar transtornos em diversas regiões.
O cenário também favorece quedas de árvores, interrupções no fornecimento de energia elétrica, destelhamentos e alagamentos em áreas vulneráveis.
Estado segue sob alerta vermelho
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém alerta vermelho para parte do Rio Grande do Sul devido ao risco de temporais associados à passagem do sistema.
A recomendação é acompanhar as atualizações dos órgãos oficiais e evitar permanecer próximo de árvores, postes e estruturas que possam ser derrubadas pela força do vento.
Situação pode mudar rapidamente
A evolução dos dois sistemas de tempestades será monitorada durante todo o dia pelos institutos meteorológicos.
Dependendo da intensidade da formação do ciclone, as condições do tempo poderão mudar rapidamente em diversas cidades do Sul do Brasil, principalmente no Rio Grande do Sul, onde permanece o maior potencial para ocorrência de fenômenos severos.

