A biometria no INSS passará a fazer parte da análise de um número maior de pedidos de benefícios. A medida foi oficializada pelo governo federal e amplia a utilização da validação biométrica para confirmar a identidade dos segurados.
Segundo o Instituto Nacional do Seguro Social, a mudança busca aumentar a segurança no processo de concessão dos benefícios e reduzir a ocorrência de fraudes.
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A nova exigência vale para novos pedidos de benefícios apresentados ao INSS e será implantada gradualmente. Quem já recebe aposentadoria, pensão ou benefício assistencial não terá os pagamentos bloqueados automaticamente por causa da nova regra.
Como funcionará a biometria no INSS?
A validação será feita por meio do reconhecimento facial e das impressões digitais, utilizando registros existentes em bases oficiais do governo.
O sistema poderá consultar informações da:
- Carteira de Identidade Nacional (CIN);
- Carteira Nacional de Habilitação (CNH);
- Justiça Eleitoral (TSE);
- Passaporte.
Se a biometria já estiver cadastrada em uma dessas bases, não será necessário realizar um novo procedimento.
Quem precisa fazer o cadastro?
A exigência poderá atingir cidadãos que ainda não possuem biometria registrada em nenhuma das bases utilizadas pelo governo.
Nesses casos, poderá ser necessário realizar o cadastramento para que o pedido do benefício seja concluído.
Quem está dispensado?
Segundo o INSS, quem já possui biometria cadastrada em bases oficiais terá a identidade validada automaticamente durante a análise do benefício.
Além disso, quem já recebe benefícios do instituto continuará recebendo normalmente, já que a implementação ocorrerá de forma gradual.
Objetivo da medida
De acordo com o governo federal, a ampliação da biometria pretende:
- aumentar a segurança dos benefícios;
- reduzir fraudes;
- evitar pagamentos indevidos;
- confirmar a identidade dos beneficiários de forma mais rápida.

