Uma nova lei sancionada no Rio Grande do Sul passou a exigir no mínimo três aulas semanais de Educação Física nas escolas das redes pública e privada de educação básica. A medida altera a carga horária da disciplina e busca incentivar hábitos mais saudáveis entre crianças e adolescentes.
A legislação foi publicada pelo governo estadual e deverá ser seguida pelas instituições de ensino que atendem estudantes da educação básica.
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O que muda na prática
Com a nova regra, as escolas precisarão organizar seus horários para garantir pelo menos três períodos semanais destinados à Educação Física.
A mudança vale para os estabelecimentos de ensino das redes pública e privada, respeitando as diretrizes pedagógicas e a organização curricular de cada instituição.
Objetivo é estimular hábitos saudáveis
Segundo os defensores da medida, o aumento da carga horária da disciplina busca incentivar a prática regular de atividades físicas desde a infância.
Além de contribuir para a saúde física, a Educação Física também favorece o desenvolvimento motor, a socialização, o trabalho em equipe e o bem-estar emocional dos estudantes.
Especialistas apontam ainda que a prática frequente de exercícios pode ajudar na prevenção da obesidade infantil, do sedentarismo e de outras doenças relacionadas à falta de atividade física.
Escolas terão prazo para adaptação
A implementação da nova exigência deverá ocorrer de acordo com o planejamento das redes de ensino.
As instituições poderão reorganizar a grade curricular para atender à legislação, respeitando a carga horária total prevista para o ano letivo e as demais disciplinas obrigatórias.
Medida vale apenas no Rio Grande do Sul
A nova regra foi aprovada no âmbito da legislação estadual e, neste momento, aplica-se às escolas localizadas no Rio Grande do Sul.
Outros estados brasileiros continuam seguindo suas próprias normas e as diretrizes estabelecidas pela legislação nacional da educação.
Educação Física continua obrigatória
A disciplina já fazia parte da formação dos estudantes, mas a nova lei amplia sua presença na rotina escolar.
A expectativa é que o aumento da frequência das aulas contribua para melhorar a qualidade de vida dos alunos e fortaleça ações de promoção da saúde dentro do ambiente escolar.

